CCZ contabiliza mais de 40 mil intervenções só no 1º trimestre

Foto: Ronie Melo

De orientações básicas à população aos mutirões semanais contra o mosquito Aedes aegypti, o trabalho das equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Mongaguá está intenso neste início de ano. O balanço trimestral de atividades do setor mostra que as intervenções já superam a casa de 40 mil.

O destaque dos serviços pode se dizer que são as visitações às comunidades, a fim de bloquear o surgimento de larvas do Aedes aegypti, mantendo o município sem registros de casos do mosquito em 2017. Só aí estamos falando de quase 40 mil imóveis trabalhados, entre residências e comércios, em todos os bairros.

“Os mutirões têm sido realizados com bastante intensidade e equipes reforçadas. Sem contar o apoio das pessoas, que só tem crescido. Há meses em que conseguimos atingir 14 mil imóveis trabalhados e o êxito deste empenho é ver Mongaguá livre das doenças do Aedes”, comemora a diretora do CCZ, Kelly Capatto.

Além dos mutirões, encorpam os números a atividade ‘casa a casa’, com 1.804 ações, o bloqueio de controle de criadores, com 1.667 iniciativas, e a ADL (Avaliação de Densidade Larvária), que soma 3.487 atuações. “É um trabalho diário e minucioso. Mantemos a cidade mapeada por riscos de incidência”, diz Kelly.

Outras intervenções – São creditados às equipes do Centro de Controle de Zoonoses também o atendimento às reclamações envolvendo animais ou com relação ao abandono de cães e gatos em vias públicas ou residências fechadas. Juntas, essas ocorrências somaram 40 registros neste primeiro trimestre.

Iniciativas de desratização, desinsetização e orientações diversas como em situações envolvendo animais peçonhentos, roedores ou insetos contabilizam quase 3.000 intervenções. Além disso, nos três primeiros meses do ano, 21 cães e gatos, abrigados provisoriamente na sede do CCZ, foram adotados.

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