Atletas de Mongaguá disputam Campeonato Brasileiro de Luta Olímpica

luta olimpica

 Três atletas de Mongaguá disputam, no sábado (10), o Campeonato Brasileiro Júnior de Luta Olímpica, no Rio de Janeiro. Nesta quarta-feira, eles estiveram no Paço Municipal para uma visita ao prefeito Artur Parada Prócida e ao vice-prefeito, Márcio Melo Gomes.

David Pereira, 16 anos, conquistou o título paulista, estilo livre até 66 kg, no campeonato realizado, no dia 27 de abril, no ginásio do SESI, em Osasco. Matheus dos Santos Dias de Araújo, 17 anos, é vice-campeão paulista, no estilo greco-romano até 74 kg.  Danilo Alves, 18 anos, ficou em terceiro lugar, no estilo livre até 74 kg. O técnico é André Franz Hadzic. Os três se preparam para o campeonato brasileiro, sonhando em chegar ao panamericano, a ser realizado em meados deste ano, no Chile.

Saiba Mais – Com exceção do atletismo, a Luta Olímpica é o esporte mais antigo, de que se tem conhecimento, e que se pratica ininterruptamente ao longo dos séculos de maneira competitiva. Foi introduzido nas antigas Olimpíadas em 708 AC. Pouco depois da data histórica do início dos Jogos Olímpicos, em 776 AC. A Luta Olímpica antecede, historicamente, os Jogos Olímpicos desta época. Existem desenhos de lutadores nas cavernas de Sumero-Akkadian, datados de 3.000 DC. No Egito, também existem estes tipos de desenhos, de 2.400 DC.

Existem centenas de estilos diferentes da Luta Olímpica, ao redor do mundo. E muitas civilizações que possuem tribos indígenas, ainda seguem estes estilos. Entre estes estilos, alguns exemplos existentes, são o Glíma wrestling, praticado na Islândia, o Schwingen wrestling na Suíça e o Huka-Huka no Brasil.

 A Luta Olímpica é também conhecida como Wrestling (Luta em inglês) e considerada um esporte de combate com golpes de grande plasticidade, uso de muita força e técnicas velozes. Os Atletas são extremamente bem preparados fisicamente para aguentar um ritmo intenso de combate. Em Jogos Olímpicos, a modalidade é dividida em dois estilos: Greco romano, somente masculino, e o Livre, masculino e feminino e são disputadas 18 categorias de peso

A luta se desenrola em uma melhor de três rounds de 2 minutos cada e o objetivo principal é dominar o adversário de costas no chão, o chamado “touch”. Além do encostamento são contadas outras pontuações, como: derrubar ( 3 a 5 pontos), tirar o adversário do círculo (1 ponto), pegar as costas do adversário (1 ponto), expor, sem chegar a encostar totalmente, as costas do adversário ao solo (2 pontos).

No estilo Greco romano, os atletas não podem utilizar as pernas para atacar nem para defender. As pegadas estão limitadas somente acima da linha da cintura. Se ao final de 1:30 min não houver pontos marcados, um dos lutadores por vez vai ao solo na posição chamada de “clinch”. No estilo Livre, as pegadas não têm muitos limites, com tanto que não sejam perigosas, e podem ser aplicadas em qualquer parte do corpo.

Rússia e os países do leste europeu são os favoritos. No feminino, Japão, EUA, Suécia e Canadá são os destaques. O Brasil já foi representado em Jogos Olímpicos pelos atletas: Roberto Leitão (Seoul – 1988 e Barcelona – 1992), Floriano Spiess (Barcelona – 1992), Antoine Jaoude (Atenas – 2004), Rosângela Conceição (Pequim – 2008) e Joice Silva (Londres – 2012).

Fonte: www.cbla.com.br

© 2013 Produzido por Trilogic

Voltar para o topo