Encontro na Capital discute ações de prevenção e combate à leishmaniose visceral

Fotos: Divulgação / Texto: Eduardo Rodrigues

A diretora do Departamento de Vigilância em Saúde, Kelly Capatto, e a responsável pelo Departamento de Vigilância Epidemiológica, Maria Lúcia Alves Passos Moreira, representam Mongaguá nesta quarta-feira (8) no VI Fórum de Leishmaniose Visceral do Estado, evento que está acontecendo na Capital e que tem, entre outros objetivos, o de debater ações que ampliem a divulgação acerca dos riscos de transmissão e métodos de prevenção e tratamento da doença.

A leishmaniose é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico do indivíduo acometido pela patologia e que, se não tratada, pode levar a óbito em até 90% dos casos. É propagada por insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. A transmissão acontece quando fêmeas infectadas picam o homem, sendo o cão o importante reservatório no ciclo da doença, transmitindo o protozoário ‘Leishmania chagasi’.

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