Cidade apresenta redução no índice de mortalidade infantil

Cidade apresenta redução no índice de mortalidade infantil

Depois de anos, a cidade de Mongaguá apresentou redução no índice de mortalidade infantil, conforme levantamento recente considerando os dados dos sistemas de Informações de Mortalidade Infantil (SIM) e de Nascidos Vivos (Sinasc), ambos de competência do Governo do Estado. O município apresentou a queda mais expressiva da Baixada Santista, passando de 20,4, em 2018, para 14.
 
Apenas Santos, Mongaguá e Peruíbe melhoraram seus números. A mortalidade infantil é o principal indicador da saúde pública, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na avaliação da diretora municipal de Saúde, Dra. Daiane Conceição Itacarambi, o resultado é fruto de um trabalho incessante, cujas ações têm uma atenção redobrada por parte do Governo Municipal, com atuação efetiva dos gestores da Saúde e das equipes de Atenção Básica, além dos profissionais envolvidos na assistência médica.

Consolidam este esforço, comenta a diretora, algumas iniciativas pontuais realizadas, como a presença na Rede Pública de Saúde de um médico especialista em gestações de alto risco, a busca ativa de gestantes nas comunidades, o aprimoramento do acolhimento primário nas unidades básicas, a incorporação de atendimento pediátrico nas unidades básicas, e a implantação do programa Primeiríssima Infância, este que abrange ações intersetoriais.
 

Segundo ela, todos estes aspectos são discutidos nas reuniões mensais do Comitê Municipal de Mortalidade Materno-Infantil, cujos integrantes procuram interpretar as realidades e refletirem quanto aos avanços necessários nos trabalhos, a fim de que a cidade almeje resultados ainda melhores nos próximos apontamentos.
 
“Todo esse esforço tem surtido efeito positivo, tanto que o município alcançou esta importante redução no índice de um ano para cá. Ainda estamos distantes do cenário favorável. Mas ele está sendo perseguido com afinco por cada membro de nossa gestão. Compromisso e dedicação com a assistência às nossas gestantes não faltam. Assim como não faltam investimentos no acolhimento e humanização no atendimento. Os avanços certamente não tardarão a acontecer e, consequentemente, os resultados ainda mais positivos também não”, conclui a diretora.

 

*Imagem meramente ilustrativa e retirada de um banco da internet

© 2013 Produzido por Trilogic

Voltar para o topo