ROMU de Mongaguá age rapidamente e prende homem por descumprimento de medida protetiva

ROMU de Mongaguá age rapidamente e prende homem por descumprimento de medida protetiva

Um homem foi preso em flagrante por uma equipe da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), da Guarda Civil Municipal (GCM) de Mongaguá, após descumprir uma medida protetiva de urgência no bairro Vila Nova, na última sexta-feira (24). A prisão aconteceu menos de 24 horas após o suspeito ter sido detido por agressão e ameaça, ocasião em que a Justiça determinou que ele mantivesse distância mínima de 300 metros da ex-companheira e de seus familiares.

Ao perceber o descumprimento da medida, a vítima utilizou o canal direto de apoio mantido pela corporação. A equipe foi imediatamente ao endereço informado, onde localizou o suspeito ainda no interior da residência, demonstrando a efetividade da rede municipal de proteção às mulheres em situação de violência.

Diante da presença do indivíduo no imóvel e do descumprimento da ordem judicial, os guardas municipais efetuaram a prisão em flagrante. O homem foi conduzido ao Pronto-Socorro Municipal para atendimento médico preventivo e, em seguida, encaminhado ao Plantão da Delegacia de Polícia de Mongaguá.

A Autoridade Policial ratificou a prisão em flagrante com base no artigo 24-A da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06). O indiciado foi transferido para a Cadeia Pública de Peruíbe, onde permanece à disposição da Justiça.

Atuação da Sala Rosa 

Além da prisão em flagrante, a ocorrência evidencia o papel da Sala Rosa no atendimento às mulheres protegidas por medidas protetivas. Implantado na sede da Guarda Civil Municipal, o espaço oferece acolhimento humanizado e um canal direto de comunicação com a GCM, possibilitando resposta rápida em situações de risco e encaminhamento integrado aos serviços de saúde e assistência social.

A comandante da Guarda Civil Municipal, Daiana Franzem, destacou a importância desse atendimento para garantir proteção imediata às mulheres acompanhadas pela corporação. "Nosso objetivo é garantir que as mulheres assistidas por medidas protetivas saibam que não estão sozinhas. A Sala Rosa foi criada justamente para oferecer um canal direto de acolhimento e de resposta rápida sempre que houver qualquer situação de risco. Neste caso, a agilidade da equipe foi fundamental para o cumprimento da lei e para a proteção da vítima", afirmou.

A Prefeitura orienta que denúncias ou pedidos de socorro podem ser feitos diretamente à Guarda Civil Municipal, pelo telefone 153 ou à Polícia Militar pelo 190.

 

(Foto: Dyego Gonçalves)